Minha estréia aos 17 anos. Não diria àquele estranho que nunca tinha feito sexo por dinheiro. Ele me escolheu, de cara. Eu queria sumir, sair correndo e voltar para a casa dos meus pais. Em vez disso, subimos para o quarto. Penso na minha mãe. Um estranho me toca e quer transar sem camisinha. “Ela deve estar sofrendo”. Não deixo ele me tocar. Depois de ele brincar de ginecologista comigo, enfiando seu dedo e cheirando para saber se estava “tudo bem”, me penetrou com camisinha.
Foi difícil estar na cama com uma pessoa estranha, mesmo que fosse o ajeitadinho metido a ginecologista. Imagine, então, subir com um velho japonês de sessenta anos, gordo, imenso. Ele foi o meu segundo. (...) O japa tinha tirado a roupa, e eu só pensando em dinheiro. Tinha uma hora pela frente com aquilo. Ele era mais velho que meu pai! O p... não subia; eu chupava, esfregava, e nada.
Dupla penetração
Nunca tinha feito dupla penetração (a tal DP). No início, nem sabia para quem dar mais atenção. Comecei chupando um, quando o outro veio e se ajoelhou ao lado do amigo e eu passei a fazer rodízio de picolé. Beijava um, depois o outro. Fiquei pensando se ia rolar alguma coisa entre eles, como costuma rolar entre as mulheres num ménage. Mas saquei que entre eles não haveria contato nenhum. Só as cabeças dos p... encostavam uma na outra, e mesmo assim quando eu juntava e tentava chupar os dois ao mesmo tempo. Missão difícil... embora não impossível.
Lição de vida
Na putaria, a gente entra em contato com um lado mais verdadeiro e menos hipócrita das pessoas. Elas não escondem seus desejos mais secretos, liberam fetiches que não confessariam a ninguém, nem sob tortura. Com uma garota de programa, ninguém precisa fazer jogo de cena. Eles vêm até mim para realizar suas fantasias. Funcionamos como terapeutas, às vezes. Meu critério de normalidade mudou muito depois que passei a viver de sexo.
13:17 - 12/12/2005
Sua senha é secreta. Nenhum funcionário do UOL está autorizado a solicitá-la. Regras de uso. | Crimes virtuais: denuncie